quinta-feira, 2 de abril de 2020

QUANTOS VOTOS VALE UM CADÁVER?

O Marcelo, aquele que fez uma quarentena antes de todos os outros, antes de avisar todos (leia-se povo) do perigo que corriam, mas sabendo mão informou.

Seria que esse não aviso se destinava ao não comprometimento de um micro-crescimento de décimas, em outros paises chega-se a crescer na casa dos sois dígitos.

O presidente, aquele que primeiro "abandonou o barco" veio, muito provavelmente em nome de um não muito distante apoio do PS á sua recandidatura a nova época de selfies e beijoquices, se as mascotes não estiverem infectadas.

Tenho poucas dúvidas que o recalcar do discurso de António Costa, o nosso primeiro incluindo a proibição das visitas pascais ou dos cidadãos á casa uns de outros. 
Estamos na presença sem dúvida de um caso que mais tarde embora sem castigo saltará para as manchetes engrossando o rol de crimes que em nome do povo fazem contra o povo.

Onde estava Marcelo quando não chamou a atenção a Antº Costa sobre  o não financiamento, as famosas cativações que deixaram os nossos hospitais e centros de saúde  incapazes de ter umas simples máscaras ou as mais básicas ferramentas de uns simples curativos.

Marcelo não estava, ou antes, andava nos cálculos de quem renderia mais votos, Costa ou Rio. Triste portugal que tem esta gente por governantes.






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