Meus dotes de adivinho
* *
Prevejo que daqui a uns meses o nosso Primeiro mais a des-Graça Freitas virão a público triunfalmente discursar com honras militares e alguns lambe-botas que por esses lados pululam.
Prevejo que venha anunciar, alto e bom som, SOMOS OS PIONEIROS DA EUROPA, a pandemia acabou, a pandemia acabou. Provou-se quer todos se queixavam em vão, todos se queixavam sem razão, mesmo acabada esta crise e ainda está a chegar da China um avião de máscaras.
Apenas a minha "arte adivinhatória" que provavelmente vai falhar pois nem acredito que venha algum avião com máscaras. Idto tb imagino Eu.
terça-feira, 31 de março de 2020
Se fomos Nós os culpados? SIM
Esta senhora a quem deram este cargo governativo, podemos aqui colocar em causa se foi por mérito ou não, a minha opinião é simples. NÃO TEM MÉRITO.Então que critério? O de animar estes tristes dias que temos por esta altura das nossas vidas? Se foi esse o propósito conseguiu e muito bem, o BOBO da Corte não faria melhor.
Mas aceitemos a incompetência, não devíamos pois devemos exigir a quem nos governa alguma qualidade, mesmo assim aceitemos.
NÃO ACEITAMOS É A MENTIRA DIÁRIA
Todos os dias estes governantes nos mentem, trapaceiam e tentam fazer lavagem ao "miolo" das pessoas.
Esta senhora faz lembrar o Ministro do Iraque com as bombas a cair-lhe na cabeça e ele a não as ver.
Esta senhora mente, como mente o propagandista-MOR, e mentem pois sabem que mesmo que a família completa de algum votante deles tenha perecido por exclusiva culpa deles, este votante numa próxima oportunidade de voto colocará a culpa no adversário e votará nestes que ao tomar medidas extemporâneas condenou á morte algumas dezenas de pessoas que de outra forma se salvariam.
Estamos em Portugal, ficamos bem, corrijo, ficamos com o que temos.
segunda-feira, 30 de março de 2020
Que o pretexto de segurança não acabe com a segurança
O medo e a adrenalina fazem muitos aceitar e até desejar restrições à liberdade
e privacidade. Hoje, são drones a geolocalizar prevaricadores e polícias a fazer
perguntas ilegais. Amanhã, telemóveis vigiados. Qual o limite? Um chip na nuca?
A eficácia destas medidas justifica-as? (retirado do twitter de Pedro Bragança)
domingo, 29 de março de 2020
A pergunta que se deve fazer.
A Crise que estamos a viver deve-se principalmente á existência de uma pandemia mundial.
Mas... deve-se á inoperância dos diversos governos que não encontraram ECO das suas preocupações precisamente na UE-CEE.
Resta saber então, para que serve a comunidade europeia?
Resta saber então, se os paises não resolvem a 2ª maior riqueza que temos - A SAÚDE-
Se a união europeia não protege a nossa maior riqueza - A VIDA - para que servem estas entidades unidas?
Esre é o momento de perguntarmos, a pergunta que se impõe.
1-) Será queNós queremos a União Europeia?
2-) Será que a União Europeia nos quer?
Bom tema para reflexão, mas a resposta está dada pois agora e no bem mais preciosos que temos - A VIDA - deixaram-nos na hora da morte.https://youtu.be/FP441yIeD5I
A Crise que estamos a viver deve-se principalmente á existência de uma pandemia mundial.
Mas... deve-se á inoperância dos diversos governos que não encontraram ECO das suas preocupações precisamente na UE-CEE.
Resta saber então, para que serve a comunidade europeia?
Resta saber então, se os paises não resolvem a 2ª maior riqueza que temos - A SAÚDE-
Se a união europeia não protege a nossa maior riqueza - A VIDA - para que servem estas entidades unidas?
Esre é o momento de perguntarmos, a pergunta que se impõe.
1-) Será queNós queremos a União Europeia?
2-) Será que a União Europeia nos quer?
Bom tema para reflexão, mas a resposta está dada pois agora e no bem mais preciosos que temos - A VIDA - deixaram-nos na hora da morte.https://youtu.be/FP441yIeD5I
Portugalix
Temos que resistir, se resistirmos servirá para pagar impostos (apenas)A máscara de optimismo, a manipulação informativa e aquele jeito especial para empurrar com a barriga os problemas até que esqueçam CAIU.
O Nosso Primeiro, o das vitórias poucochinhas está apenas empenhado na retoma da economia, na revitalização dos bancos.
Em poucos dias e aproveitando a desgraça daqueles que viram Sua desgraça ampliada por Ele mesmo ao ser pouco diligente na observação, estudo, e definição da estratégia a optar para minorar estragos que apenas ele não viu. Maldito optimismo ou criminosa premeditação. Digo Eu.
As medidas tomadas não configuram mais que um futuro tributo aos bancos, não configuram mais que Nos colocar a todos dependentes de uma dívida que nada fizemos para a ter, mas que seremos únicos responsáveis pelo seu pagamento..
TEM PORTUGUESES que face ás políticas discriminatórias que são alvo pelos sucessivos governos tem que trabalhar de dia para COMER Á NOITE.
Que medidas para esses?!
Que apoios?!
Que conforto tiveram a não ser a ordem expressa de se manterem em casa sem terem que comer? Que resta a essas pessoas?
O Estado social que tanto apregoam, as pessoas primeiro e outras tretas dignas de republicanices sem Rei nem Roke.
Triste fado os dos Portugas que conseguem ver agora a mão protectora do governo.
PENA, sim pena que essa mão protetora não venha em direcção aos pobres e mais desfavorecidos, mas sim essa mão a que chamam social vai inteirinha para as sociedades bancárias. Triste este fado, O FADO de empurrar com a barriga para a frente.
(Manuel Costa)
Por favor, podem parar de rir
Os Partidos politicos tem responsabilidades para com as pessoas. As pessoas não são coisas que obrigatoriamente tem que de tempos a tempos votar em alguém.
A actual situação partidária "mete nojo" a qualquer pessoa que se preze.
Na época de eleições, todos os partidos, sem excepção inundam as pessoas com propaganda quase negativa e que em alguns casos apenas quer cativar alguns nichos de votantes.
Nesta altura, mais que prometer, mais que debitar um cardápio de medidas que não tem possibilidades de cumprir ou fazer que alguém cumpra.
Seria de bom tom, de respeito pelos eleitores e de coerência se dispensassem algumas palavras de apoio, esperança e companheirismo a todos aqueles que em época de eleições tem que levar com campanhas muito das vezes sem qualquer sustentabilidade ou organização.
Lamento que o Meu PPM nem se digne emitir um simples comunicado, uma simples declaração, onde anda o PPM?
(parece que andam a recolher assinaturas para lançar uma campanha eleitoral a presidente da republica. dá para pararem de rir?
Na época de eleições, todos os partidos, sem excepção inundam as pessoas com propaganda quase negativa e que em alguns casos apenas quer cativar alguns nichos de votantes.
Nesta altura, mais que prometer, mais que debitar um cardápio de medidas que não tem possibilidades de cumprir ou fazer que alguém cumpra.
Seria de bom tom, de respeito pelos eleitores e de coerência se dispensassem algumas palavras de apoio, esperança e companheirismo a todos aqueles que em época de eleições tem que levar com campanhas muito das vezes sem qualquer sustentabilidade ou organização.
Lamento que o Meu PPM nem se digne emitir um simples comunicado, uma simples declaração, onde anda o PPM?
(parece que andam a recolher assinaturas para lançar uma campanha eleitoral a presidente da republica. dá para pararem de rir?
Haja bom senso!
Os tempos não são de luta política, muito menos de divisões.
Sabemos que só em conjunto ultrapassarem os este difícil teste, sem divisões.
Vamos conseguir! Este pequeno texto é um apelo ao bom senso da nossa diretora geral de saúde. Tudo começou com uma carta enviada pela provedora de Justiça, Maria Luísa Amaral, que se mostrou contra a obrigação a isolamento profilatico de todos aqueles que regressam ao nosso país quando estes não demonstrassem sintomas de doença. Hoje mesmo a diretora geral de saúde contrariou e revogou todas as decisões das autoridades de saúde regionais que estipulava a quarentena obrigatória. Errado e insensato na nossa opinião!
Os tempos não são de luta política, muito menos de divisões.
Sabemos que só em conjunto ultrapassarem os este difícil teste, sem divisões.Vamos conseguir! Este pequeno texto é um apelo ao bom senso da nossa diretora geral de saúde. Tudo começou com uma carta enviada pela provedora de Justiça, Maria Luísa Amaral, que se mostrou contra a obrigação a isolamento profilatico de todos aqueles que regressam ao nosso país quando estes não demonstrassem sintomas de doença. Hoje mesmo a diretora geral de saúde contrariou e revogou todas as decisões das autoridades de saúde regionais que estipulava a quarentena obrigatória. Errado e insensato na nossa opinião!
Na tradicional lavagem de cérebro que o governo faz todos os dias em hora de maior audiência, o jornalista de RTP fez a pergunta;- Deu instruções o governo para quais as pessoas que deverão morrer em detrimento de outras? que critérios (isto pergunto EU.
A propagandista de serviço não respondeu.
ONDE ESTÃO AS CONTRIBUIÇÕES DE UMA VIDA E QUE SERVIRIAM PARA NOS AUXILIAR NA NOSSA DOENÇA?
Provavelmente se algum infetado fizer esta pergunta e nela insistir ainda vai parar ao TARRAFAL.
Apetece-me dizer, Volta Antonio
A Economia Paralela
A economia popular paralela, os pequenos rendimentos fruto de trabalhos domésticos, rurais e sazonais são aceites até pelo próprio governo como útil á economia nacional.
Esta pequena tranche de negócios vem complementar as miseráveis reformas, os miseráveis proveitos que a maior parte dos portugueses auferem.
Sem esses rendimentos, sem esse complemento como sobreviveriam muitas das famílias mais desfavorecidas pereceriam e agravavam a sua já debilitada situação financeira e de qualidade de vida.
Sabendo disso, valendo-se disso e utilizando esse pressuposto quando da feitura do orçamento do estado e fazendo disso público
em diversos debates públicos em que justificou os baixos proveitos oficiais - reformas - com este rendimento popular.
Rendimento esse conseguido pelo povo numa altura da vida que deveriam ter total direito a descanso e não ter que batalhar para conseguir sobreviver e fazer frente á inépcia governamental.
ANTÓNIO COSTA. ao pensar apenas no retorno da economia quando esta ainda nem tombado tinha, em vez de se preocupar com o povo que tomba fruto do relaxamento que para apresentar números martelados e satisfatórios que o alavancassem nas sondagens.
Vergonhoso, deixar morrer seu povo, com a conivência do presidente desta triste Rés-publica.
Quando o COVID19 "apertou, o nosso primeiro partiu para o show off com a habitual lavagem ao cérebro.
Mas não se coibiu de retirar o sustento alternativo das pessoas referidas acima e que abandonadas á sua sorte pelo poder corrupto desta Republica
AJOELHOU-SE AO PODER FINANCEIRO, faz o seu caminho montado no cangote dos mais desfavorecidos.
A economia popular paralela, os pequenos rendimentos fruto de trabalhos domésticos, rurais e sazonais são aceites até pelo próprio governo como útil á economia nacional.
Esta pequena tranche de negócios vem complementar as miseráveis reformas, os miseráveis proveitos que a maior parte dos portugueses auferem.
Sem esses rendimentos, sem esse complemento como sobreviveriam muitas das famílias mais desfavorecidas pereceriam e agravavam a sua já debilitada situação financeira e de qualidade de vida.
Sabendo disso, valendo-se disso e utilizando esse pressuposto quando da feitura do orçamento do estado e fazendo disso público
em diversos debates públicos em que justificou os baixos proveitos oficiais - reformas - com este rendimento popular.
Rendimento esse conseguido pelo povo numa altura da vida que deveriam ter total direito a descanso e não ter que batalhar para conseguir sobreviver e fazer frente á inépcia governamental.
ANTÓNIO COSTA. ao pensar apenas no retorno da economia quando esta ainda nem tombado tinha, em vez de se preocupar com o povo que tomba fruto do relaxamento que para apresentar números martelados e satisfatórios que o alavancassem nas sondagens.
Vergonhoso, deixar morrer seu povo, com a conivência do presidente desta triste Rés-publica.
Quando o COVID19 "apertou, o nosso primeiro partiu para o show off com a habitual lavagem ao cérebro.
Mas não se coibiu de retirar o sustento alternativo das pessoas referidas acima e que abandonadas á sua sorte pelo poder corrupto desta Republica
AJOELHOU-SE AO PODER FINANCEIRO, faz o seu caminho montado no cangote dos mais desfavorecidos.
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