Que o pretexto de segurança não acabe com a segurança
O medo e a adrenalina fazem muitos aceitar e até desejar restrições à liberdade
e privacidade. Hoje, são drones a geolocalizar prevaricadores e polícias a fazer
perguntas ilegais. Amanhã, telemóveis vigiados. Qual o limite? Um chip na nuca?
A eficácia destas medidas justifica-as? (retirado do twitter de Pedro Bragança)
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